|
A Lenda das cores do Arco-Íris |
|
A Lenda das cores do Arco-Íris

Um dia todas as cores do mundo começaram a brigar, querendo uma ser mais bonita do que a outra. Elas discutiam aos gritos, se descabelando, se dizendo ser mais importante e preferida de todas. De repente, um raio com uma luz intensa aparece no Céu, acompanhado por relâmpagos. A chuva começa a cair em cas...cata, sem querer parar. Assustadas, todas as cores se ajuntaram e pertinho uma das outras, procurando se proteger. A Chuva toma então a palavra: "Tolas criaturas! Que vergonha! Brigando entre si, cada uma querendo dominar a outra! Não sabem vocês que foi o Grande Espírito quem as criou, cada qual com uma finalidade única e diferente? Ele ama cada uma de vocês e precisa de todas. Dêem-se as mãos e venham ate mim. Ele ira uní-las e estendê-las lado a lado, num magnífico ARCO-IRIS para mostrar a vocês que ama a todas, e que juntas podem viver em Paz |
|
Uma história das cores |
|
Uma história sobre as cores para voltarmos a ser crianças...
Uma história das cores

Era uma vez uma família de Azuis. O filho Azul vivia contente com a sua mãe Azul e com o seu pai, claro está, também ele Azul. Na cidade, todos os seus vizinhos eram igualmente azuis e todos se sentiam muito orgulhosos com a sua bela cor, que era também a cor do céu e do mar. E os Azuis sentiam-se orgulhosos, achando-se belos e perfeitos, os vaidosos. Mas, um dia, aquilo que os Azuis achavam impossível aconteceu. Chegou à cidade uma estranha, muito estranha, uma estranhíssima família de Amarelos! O pai, a mãe, o filho e até mesmo a bem velhinha e curvada avó eram todos Amarelos, tão amarelos quanto o amarelo pode ser. Seria possível que tal cor existisse? Os Amarelos instalaram-se na casa que ficava mesmo ao lado da casa dos Azuis, e, curiosos, apressaram-se a espreitar e a observar pela janela tão estranhos seres. Menos preocupado, o filho Azul, como qualquer criança, apenas queria saber se o filho Amarelo gostaria de jogar à bola. Sem perder tempo, bateu à porta dos seus novos vizinhos e perguntou ao filho Amarelo: — Queres vir brincar comigo? E o filho Amarelo lá foi, sem pensar duas vezes, indiferente à cor da bola que, apesar de ser azul, rolava e saltava tão bem como as melhores bolas amarelas a que estava acostumado. No entusiasmo do jogo e no frenesi da correria, depois de um passe mais acrobático e de uma defesa mais atrevida, o desastre aconteceu: o Azul e o Amarelo chocaram um com o outro, peito contra peito, num grande espalhafato. E com a força do impacto, vá-se lá saber por que, o Azul e o Amarelo ficaram… Verdes! Olharam um para o outro, acharam graça e disseram: — Olha, agora somos Verdes! Na cidade, que grande pandemônio! Todos quiseram ver o fenômeno, incrédulos primeiro e indignados depois: não só apareceram os Amarelos, assim de repente, como agora surgiam também uns Verdes… Já começava a ser de mais… Um pouco zangadas e espantadas e também muito preocupadas, as mães Azul e Amarela apressaram-se a levar os seus filhos Verdes para dentro de casa. — Oh! Que desgraça! Vamos chamar o Doutor para ver se há remédio que vos cure a cor… Mas, como não houve médico, cientista, engenheiro ou curandeiro que conseguisse tratar aquele mal, o tempo passou e todos acabaram por se habituar aos Verdes, percebendo assim que muito havia ainda para descobrir sobre os mistérios das cores do Mundo. E foi por isso que, um dia mais tarde, quando apareceu na cidade um… Vermelho, ninguém estranhou! |
|
Cores da Alma |
|
Cores da Alma
Na sintonia das cores, somos o que somos. Cada cor, uma revelação. As pessoas usam máscaras, mas suas cores denunciam seus interesses. Cada consciência carrega em torno de si a atmosfera correspondente ao que vive em seu íntimo.
Em torno das pessoas tristes, há camadas de nuvens cinzentas acompanhando-as em seus passos no mundo.
Elas portam fuligem psíquica aderida em seus chacras. Não sabem disso, mas sentem-se infelizes em qualquer contexto. Há sombras psíquicas drenando-lhes as melhores possibilidades de crescimento. São vítimas de seu temperamento sem transformação. Por isso, seus corações choram perdidos, engolfados em emoções discordantes e conflitos internos de grande monta. Estão atolados no inferno de si mesmos, mas sempre buscarão soluções fora de suas próprias consciências e discernimento.
Em contrapartida, há aquelas consciências trabalhadoras, ligadas à sintonia superior.
Em suas auras, inúmeras cores dançam no compasso dos bons pensamentos e dos sentimentos generosos. As luzes espirituais as acompanham em todo o percurso, físico ou extrafísico. Por aonde vão, abrem novas fronteiras luminosas e deixam pegadas coloridas nos caminhos de muitos corações. Há anjos guiando-as! Elas não sabem integralmente da verdade, mas são canais espirituais das cores e muitas consciências inspiram seus pensamentos nas rotas do trabalho saudável. Elas são um receptáculo das cores, canalizando-as por aonde vão. Na verdade, as cores são suas irmãs.
No vermelho e no laranja, a vitalidade física e a estabilidade no mundo. No amarelo, a limpeza das sombras e a saúde energética. No verde, a simpatia e a cura estabilizando Céu e Terra no coração. No azul celeste, a pura expansão da espiritualidade integrada na criatividade. No índigo, um oceano de percepções sutis. No violeta, a suprema integração com o divino em si mesmo, a aceitação da própria luz espiritual, pulsando em todos os seus corpos. No rosa, um manancial de amor. No dourado, o ouro jorrando pelos seus chacras e enriquecendo a todos. Na consciência trabalhadora viaja um mundo de cores virtuosas |
|
|